Terça-feira, 27 de outubro de 2026

Eleitores de Minas Gerais e do Amazonas repetem histórico de alinhamento com o presidente eleito

Desde 1989, a votação nos dois estados acompanha o resultado nacional em todas as dez disputas para o Palácio do Planalto.

Por Redação WebTV Buritis27/10/2026 às 07:102 min de leitura
Fonte: g1 Minas Gerais (Leia)
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Eleitores de Minas Gerais e do Amazonas repetem histórico de alinhamento com o presidente eleito
Imagem: g1 Minas Gerais

No segundo turno ocorrido no domingo, 25 de outubro, a população votante de Minas Gerais e do Amazonas preservou o costume histórico de optar pelo postulante vitorioso na corrida para a Presidência da República. Essa apuração ratificou um comportamento verificado em cada uma das dez disputas presidenciais promovidas no país a partir de 1989.

Na votação em solo mineiro, Luiz Inácio Lula da Silva obteve 50,43% da preferência dos votos válidos na segunda etapa, enquanto Flávio Bolsonaro somou 49,57%. Com uma vantagem de apenas 0,86 ponto percentual, o estado contabilizou a concorrência mais equilibrada de todo o território nacional. Minas Gerais destacou-se ainda como o único estado a registrar virada de colocação entre as etapas do pleito, transformando um déficit de 589 mil sufrágios no turno inicial em uma vantagem de 109 mil votos no encerramento.

Já em terras amazonenses, o concorrente eleito arrecadou 54,02% dos votos válidos, em comparação a 45,98% do outro disputante. Os números apurados pelos mineiros mostraram convergência com o índice geral do país, que fechou em 51,49% para o líder escolhido. Esse mesmo comportamento sincronizado já havia sido observado na eleição anterior, em 2022, ocasião em que o vencedor alcançou 50,20% da preferência em Minas Gerais e 50,90% no cômputo geral brasileiro.

O levantamento considera tanto as definições ocorridas ainda na primeira etapa, nos anos de 1994 e 1998, quanto os oito pleitos solucionados na segunda fase. As marcas mais expressivas do candidato eleito entre os amazonenses sucederam em 2006, ao atingir 86,80% do total de votos válidos, e em 2010, quando chegou a 80,57%. Por sua vez, a contagem mais apertada no Amazonas deu-se no pleito de 2018, cuja diferença final situou-se em 9.556 sufrágios.

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